Publicada em 09 de Julho de 2018

DNIT realiza palestra sobre DST para colaboradores

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/SC), por meio do Consórcio Setep/Ivaí/Sotepa, realizou no dia 29/06, em Timbé do Sul, uma palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) para cerca de 30 colaboradores das obras de implantação e pavimentação da BR-285/RS/SC. A atividade faz parte do Programa de Prevenção de Endemias, cujo objetivo é evitar a introdução e/ou disseminação de doenças endêmicas junto aos trabalhadores. Tais enfermidades são aquelas que, por influência de causa local, ocorrem com certa frequência em determinado país ou região. As atividades são supervisionadas pela Gestora Ambiental (STE S.A.) do empreendimento.

A palestra foi ministrada pela enfermeira Débora Buzanello, da Secretaria Municipal de Saúde, que falou sobre as diferentes doenças relacionadas ao sexo, suas formas de transmissão, sintomas, como preveni-las e qual o tratamento indicado para cada uma. A profissional ressaltou que as hepatites são as DST que mais ocorrem em Timbé do Sul. “A cirrose (doença que atinge o fígado e pode levar a morte) é muitas vezes associada ao uso de cigarro e álcool, mas as hepatites crônicas também podem desencadeá-la. Por isso é importante diagnosticar precocemente”, alertou.

Ela abordou ainda outras doenças como a Aids, a gonorreia, o HPV, a sífilis e a herpes genital. “Existem mais de 30 doenças sexualmente transmissíveis, mas estas são as mais comuns”, completou. Ainda que alguns vírus possam ser transmitidos por outros meios que não as relações sexuais, a exemplo do compartilhamento de seringas, Débora destacou que a principal medida de prevenção consiste no uso de preservativos. A enfermeira informou também que as unidades de saúde do município contam com o teste rápido do Ministério da Saúde, o qual detecta a presença de HIV, sífilis e as hepatites B e C. “É um teste simples, realizado através de um furinho no dedo para coleta de sangue e que em dez minutos se tem o resultado. Se a gente identificar antes a doença, fica muito mais fácil de tratar”, finalizou.